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Hora do Planeta: 60 minutos para refletir e 365 dias para agir

Ocorre neste sábado (27/3), às 20h30, a Hora do Planeta, uma ação criada pelo WWF-Austrália, em 2007. Durante uma hora, milhões de pessoas ao redor do mundo apagam as luzes em uma ação simbólica. A mensagem é simples, porém essencial. Quem apaga as luzes diz: “Eu me importo e quero agir em prol do meio ambiente”.

O objetivo da ação é “conscientizar indivíduos, empresas e poder público a respeito dos desafios ambientais da atualidade, incluindo a crise climática e a perda da biodiversidade, e de como todos nós podemos fazer algo para reverter esse quadro e renovar nossa relação com a natureza” (WWF).

No Brasil, a Hora do Planeta é realizada há 13 anos e, em 2021, tem novidade. Chico Bento, embaixador do WWF-Brasil, se une à campanha mais uma vez com uma história especial, disponível nas bancas de todo o país, desde o dia 5 de março.

Anualmente, o WWF tem toda uma programação para marcar a data, que este ano, em razão da pandemia, será novamente virtual, assim como em 2020. Mais informações sobre a segunda edição do Festival Digital da Hora do Planeta, no dia 27, a partir das 13h, podem ser acessadas pela página da campanha.

Para além do apagar das luzes

Mas é somente ficar no escuro durante 60 minutos? Claro que não! Esse pode ser um tempo de reflexão, para repensar atitudes e ter ideias do que fazer durante todo o ano. É urgente agir em defesa da natureza, e, juntos, nós podemos muito mais. Projetos e ações não faltam, muitos deles bem simples, para o dia a dia. E aqui deixamos algumas inspirações. Por enquanto, não podemos nos unir fisicamente, mas podemos nos conectar, unir ideias e ações, e incentivar um ao outro.

Cerrado de Pé

A  associação é composta atualmente por 60 famílias de coletores de sementes nativas do Cerrado. São pessoas das comunidades do entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a exemplo do Assentamento Silvio Rodrigues, da Vila de São Jorge, de São João d’Aliança e de comunidades do Território Quilombola Kalunga. O principal objetivo é contribuir para a conservação e a recuperação do Cerrado, coletando sementes de gramíneas, ervas, arbustos e árvores de espécies nativas para projetos e iniciativas de recuperação de áreas degradadas desse bioma.

Além de contribuir para a restauração do Cerrado,  a associação visa:

  • incentivar o extrativismo sustentável no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, fomentando cadeias produtivas que valorizem o Cerrado em pé: como polpas de frutas, castanha de baru, farinhas, entre muitos outros;
  • gerar renda para a população de áreas rurais com base na conservação do Cerrado;
  • capacitar coletores de sementes, fazer o beneficiamento, o armazenamento e a distribuição de maneira sustentável;
  • valorizar o coletor de semente e sua identidade para contribuir com o empoderamento das comunidades rurais;
  • envolver e aproximar a população nas ações de conservação da biodiversidade do Cerrado e no entorno do parque.

Para saber mais:

Cerrado de Pé

Rede de Sementes do Cerrado (compra de sementes).

Horta AgroFavela-ReFazenda

O projeto Horta AgroFavela-ReFazenda, em Paraisópolis (SP), inaugurado em outubro de 2020 pelo Instituto Stop Hunger Brasil, em parceria com o G10 Favelas, colheu aproximadamente 300 kg de hortaliças, entre outubro e dezembro de 2020. O espaço de mais de 900 m² inclui uma horta vertical e vasos de plantas em boxes e canteiro, onde são cultivadas 60 espécies de hortaliças e frutas. A horta vertical tem capacidade de produção de 960 pés de hortaliças.

O AgroFavela já chegou também a Heliópolis (SP). A capacidade de produção é de 750 plantas por ciclo, sendo que no primeiro ciclo serão 15 espécies. O projeto conta com uma horta vertical e sistema hidropônico, com 19 metros de parede produtiva. O G10 Favelas também fará campanhas contra o desperdício de alimentos e promoverá uma capacitação para que mulheres da região possam continuar o plantio em suas casas.

 Para saber mais:

G10 Favelas

Instituto Stop Hunger Brasil

Fazenda urbana de Paraisópolis produziu 300kg de hortaliças até dezembro

Projeto Plantar

O Projeto Plantar e o Instituto Camila e Luiz Taliberti visam plantar um milhão de mudas nativas no Alto São Francisco em homenagem às vítimas da tragédia de Brumadinho. Para participar, basta escolher qual árvore adotar e quantas unidades. Se estiver por perto, pode ir plantar junto; se não, a equipe da campanha planta para você. Outra possibilidade é retirar a muda e plantar onde considerar melhor. É realizado o plantio de espécies nativas divididas em cinco lotes de mil mudas.

Como participar:

  • Escolha a sua árvore.
  • Você receberá um código numerado para acompanhar todo processo.
  • Cada árvore recebe um número único referente ao pedido de cada participante.
  • O plantio é realizado de dezembro a março de cada ano (os lotes de 2021 estão abertos até o final do mês de março).
  • Você acompanha todo processo de produção de mudas, plantio e manutenção por meio de seu código (árvore plantada) pelo Google Maps, por aplicativo ou via e-mail.

 Para saber mais:

Projeto Plantar

Bike Anjo

A Bike Anjo nasceu em novembro de 2010, na cidade de São Paulo, a partir de um “blog muito simples e um formulário para as pessoas solicitarem ajuda de um(a) bike anjo”, e hoje tem voluntários em todo Brasil. O site da Bike Anjo traz a seguinte definição: somos “uma rede de ciclistas apaixonad@s por bicicleta que promove, mobiliza e ajuda pessoas a começarem a utilizar esse veículo nas cidades. Acreditamos que a bicicleta é uma ferramenta de transformação social, e quanto mais gente, melhor serão nossas cidades”. Assim, os voluntáios formam uma corrente do bem, uma rede orgânica, espontânea, colaborativa e voluntária, e são difusores dos benefícios da bicicleta, além de realizadores de sonhos.

Aprendendo a pedalar:

  • Acesse a plataforma e faça seu pedido de ajuda.
  • A Bike Anjo analisa seu pedido e conecta você com um(uma) bike anjo, que vai ajudá-lo presencialmente.
  • Se não tiver um instrutor voluntário na sua cidade, no site tem várias dicas de como começar.
  • Já pedala e quer ajudar? Acesse e veja como.

Para saber mais:

Bike Anjo

Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB)

O Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB) é pioneiro na disseminação do conceito Lixo Zero no Brasil. Fundado em 2010, o ILZB representa no país a Zero Waste International Alliance (ZWIA), movimento internacional de organizações que desenvolvem o conceito e os princípios Lixo Zero no mundo. A missão do ILZB é articular, mobilizar e provocar novas atitudes, promovendo a prática do Lixo Zero nos diversos segmentos da sociedade e a sustentabilidade da cadeia de resíduos para uma sociedade livre de descartes.

Entre suas ações estão: consultorias estratégicas para avaliação e elaboração de sistemas de gestão e gerenciamento de resíduos sólidos; formação e qualificação de pessoas interessadas no tema e em disseminar o conceito Lixo Zero; e promoção da Semana Lixo Zero nas cidades que tenham interesse.

O que é Lixo Zero?

Esse conceito consiste no máximo aproveitamento e no correto encaminhamento dos resíduos recicláveis e orgânicos e na redução – ou mesmo no fim – do encaminhamento desses materiais para os aterros sanitários ou para a incineração. Os Rs do Conceito Lixo Zero são:

Repensar: Acabar com a ideia de que resíduos são sujos. Não descartar no lixo comum ou misturar materiais que poderiam ser reciclados.

Reutilizar: Diversos objetos e materiais podem ser utilizados de outra maneira antes de serem encaminhados para a reciclagem.

Reduzir: Gerar o mínimo possível de lixo. Ao invés de lixeiras, residuários e contentores para acomodar os materiais.

Reciclar: Aproveitar a matéria-prima do resíduo para fabricar o mesmo ou outro tipo de produto, sem encaminhá-lo para aterros.

Para saber mais:

Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB)

Página do ILZB no Facebook.

 

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